Vou contar a minha ultima cena com uma puta que aconteceu esta semana no alentejo.
Foi convidado por um amigo a participar numa secção de sexo duro no monte dele. Ele tem uma adega muito própria para estas coisas. Húmida, fria e escura, iluminada a velas, que dá uma atmosfera ideal para este tipo de cenas, cheia de correntes velhas e traves de madeira, ideais para acorrentar uma puta.
Quando cheguei ao monte já lá estavam dois outros amigos dele, ele levou-me directamente para adega, onde a puta já estava acorrentada a uma trave colocada no chão e em posição de quatro, completamente nua e já com a cara cheia de lágrimas.
Tinha sido enganada, pensava que iria apenas para ser fodida, nunca para ser acorrentada ou ser submissada como um animal como já estava a ser. Rsrsrsrsrs
Os dois outros já a estavam a foder a boca à puta, ambos lutavam por um lugar na boca dela. Ora um metia o pau na boca, ora outro, de vez enquando conseguiam meter os dois.
Ela já espumava da boca. Ao ver aquilo fiquei logo excitado.
Meu amigo disse:
"António, é para fazermos o que quisermos, essa puta já não sai daqui inteira"
Ela ao ouvir estas palavras tentou berrar no meio de choros e soluços;
"Nãp por favor, não"
Ouvindo o pedido dela ainda mais tesão me deu. Os outros riam-se e tentavam cala-la com os paus na boca.
Olhei em redor e vi uma vara de vime.
Que encontrei eu, maravilha, me veio á mente o rabo empinado de uma certa puta. Peguei nela e dirigi-me para a traseira dela.
Apliquei logo uma boa vergastada. Senti o corpo dela a absorver a vergastada e a ficar esticado.
Ela gritou de dor, mas até parecia que tinha gostado.
De seguida dei-lhe mais umas quatro ou cinco de seguida bem aplicadas nas nadegas.
Ela cerrou a boca e ao faze-lo aleijou um deles o que lhe valei meia duzia de lambadas bem aplicadas no focinho.
O cu dela tinha dicado cheio de vergões da vara de vime.
Despi-me da cintura para baixo e troquei de lugar com um deles que tinha gostado de ver eu a dar as vergastadas e quiz lhe aplicar o mesmo castigo. Tinha sido o tal a quem a puta tinha aleijado com a boca.
Antes de lhe meter o pau na boca, dei-lhe quatro estalos no focinho e disse-lhe:
"Puta se usas os dentes, mato-te agora mesmo"
Ela olhou para mim soluçando e disse:
"Sim Senhor, eu não o aleijo, prometo"
Como resposta minha levou mais duas lambadas e comecei a foder-lhe a boca.
O outro estava entretido a dar-lhe umas vergastadas, mas com menos força, visto o outro ter começado a foder-lhe o cu.
Ela tentava engulir o meu pau, de vez em quando dava um gemido de dor e apertava-me o pau e eu dava-lhe outra lambada.
Meu amigo então pegou num chicote e começou a sovar-lhe as costas.
Naquele momento tinha um na boca, outro no cu e os outros dois a sova-la um nas costas e outro nas nadegas e pernas.
Estava a ficar completamente vermelha e cheia de vergões, a puta era branquinha.
Mudamos várias vezes de posição entre nós, depois decidimos mudá-la a ela.
Ele tem um lagar então coloca-mos a puta na parede do lagar, com um lado de fora e outro dentro, estava completamente dobrada.
Foi ai que mandei eles agarrasem nela bem e peguei na vara de vime.
De seguida apliquei uma serie de dez vergastadas nas nadegas.
Ela berrava, chorava e pedia para parar.
De repente reparei que saia sangue de alguns vergões, meu amigo também reparou e pediu-me:
"Não dês cabo da puta já".
Assim fiz e parei. Já nos tinhamos vindo várias vezes na boca e cu dela, então entramos todos para dentro do lagar e decidimos lhe dar um banho de mijo. Ela de joelhos e com uma corrente ao pescoço, obrigamos a puta abrir a boca.
Mijamos os quatro na boca dela.
Assim deixamos ela acorrentada dentro do lagar e fomos jantar satisfeitos.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
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