Conforme prometido aqui vai a continuação:
Nesse dia durante a tarde, o meu amigo dono da casa teve uma ideia.
Apesar da puta estar de rastos, decidimos po-la em prática na mesma.
Que se foda a puta, vai sofrer, está aqui para isso mesmo.
Na sala ele tem duas colunas, uma em cada extremidade.
Foi ai que veio a ideia.
Atamos uma corda nos pulsos da puta e nos pés, no meio da sala. De seguida puxamos as cordas e atamos a cada coluna.
A puta ficou esticada ao máximo à altura dos nossos caralhos.
A puta gritava para a tirar-mos daquela posição, mal sabia o que a esperava.
Com a puta esticada ao máximo, pusemo-nos três de cada lado com varas de vime grandes mas finas, e sem qualquer pudor ou piedade começamos a vergasta-la toda.
Nossos movimentos eram contínuos e com uma certa violência, afinal estavamos excitados com a putice que a puta nos tinha proporcionado durante a tarde ao estar no meio dos c~es.
A pele da puta já marcada pelos cães, ainda ficou mais com as vergastadas que levava sem cessar.
ficamos naquilo alguns minutos, os suficientes para a puta berrar e implorar que parassemos, o que evidentemente não aconteceu.
Então eu decidi calar-lhe a boca, metendo o caralho na boca. Fodi-lhe a boca de tal forma que a puta espumava da boca ao mesmo tempo que continuava a vergasta-la.
Outro decidiu se meter no meio das pernas e começou a foder-lhe o cu, enquanto os outros não paravam de vergastar-lhe o corpo todo.
Todo o corpo da puta era vergões, alguns deles já se via o sangue a escorrer, mas nenhum de nós parou.
Pelo contrário iamos trocando de posição. Ora um a fodia na boca, ora outro no cu, chegaram a estar dois a enfiar no cu e dois na boca.
Ficamos nisto durante tres, quatro horas, perdemos completamente a noção do tempo e do que estavamos a fazer á puta.
A puta já tinha deixado de berrar, só ouvia-mos pequenos gemidos, de tal forma que certa altura pensei que tinhamos matado a puta.
Mas não a puta era resistente.
Certa altura depois de gozado varias vezes na boca e cu da puta, um deles que estava completamente marado da cabeça com tanta luxuria, pegou num ferro da lareira, eu ainda pensei, querem ver que ele vai dar com o ferro na puta, fiquei apreensivo, afinal não queria a puta morta, mas ele em vez de lhe bater, enfiou o ferro no cu dela, mas de tal forma que até a mim me arrepiou. Numa fracção de segundo todo o ferro entrou no cu da puta.
Foi ai que a puta berrou mesmo de dor e aflição, e eu decidi por fim aquilo.
Por aquele dia a puta tinha feito o seu serviço.
Tony 13/10/08
terça-feira, 14 de outubro de 2008
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