Certo dia mandei uma puta vir a minha casa. Mal ela chegou, mandei-a despir-se toda.
"Puta despe-te e deita-ta na cama de cona aberta"
Ela assim o fez e deitou-se de pernas completamente abertas.
Olhei para a puta e vi que tinha a cona humida.
Não gostei que a puta já estivesse humida sem sequer me ter tocado.
Disse-lhe:
"Vou castigar essa cona por ela já estar a escorrer, puta de merda"
Ela respondeu-me:
"Porquê Senhor, sinto desejo por si"
Ao qual respondi:
"Puta não sente desejo, puta trata dos desejos do seu Senhor"
Mal acabei a frase lhe dei uma grande lambada na cara
Ela olhou para mim e baixando os olhos disse:
"Desculpe, Senhor"
Vendo aquela cona aberta, não resisti e comecei a lhe dar palmadas nela.
Ela gemia de alguma dor, mas percebi nela algum prazer.
Resolvi parar com o prazer dela.
Peguei no meu cinto e comecei a dar-lhe com ele nas bordas da cona.
Parou de gemer de prazer, mas passou a berrar de dor e me pedia:
"Pare Senhor, doi, doi muito"
Aquelas palavras me excitaram e dei-lhe ainda com mais força.
Passado alguns minutos tinha a cona toda avermelhada e inchada.
Perguntei:
"Então puta ainda estás humida?"
Ela respondeu:
"Me perdoe Senhor, mas continuo a deseja-lo"
Então agarrei-a pelos cabelos e obriguei-a a chupar-me, de tal forma que ela se engasgava a cada estocada mais forte que lhe dava.
De seguida mandei-a por-se de quatro para mim e comecei a foder-lhe o cu todo de uma forma animalesca, enquanto com o cinto lhe apertava o pescoço.
Decidi telefonar a um amigo enquanto a fodia no cu.
Ao telefone perguntei-lhe;
"Queres ser chupado agora por uma puta de merda que tenho aqui?"
Ele respondeu logo de seguida;
"É claro, mas estou com um amigo, mas em 5 minutos estou ai, ela está ai?"
Então fiz o seguinte, passei o telefone á puta e lhe ordenei que respondesse;
"Venha, quero chupa-lo a si e ao seu amigo, para agradar ao meu Senhor"
Passado alguns minutos ali estavam eles.
Puseram logo os caralhos de forma a serem chupados pela puta.
Eu acabei a me vir todo no cu da vaca.
Escorria esporra pelo cu e pernas dela, mas não a deixei limpar-se.
Ordenei que os fizesse vierem-se, assim o fez, os chupou alternadamente os dois até eles se virem na cara e boca.
Quando acabou de limpar os caralhos bocalmente, ia a se dirigir para a casa de banho.
Lhe gritei;
"Onde pensas que vais puta?"
"Me lavar Senhor" - respondeu ela
Então lhe respondi com uma voz dura e sem qualquer consideração;
"Na minha casa, puta não se lava, veste-te e poe-te na rua como estás."
Ela assustada ainda e com a cara, cabelo, boca e pernas a escorrer de esporra se vestiu e saiu porta fora.
Fomos á janela e lá ia a puta com a cara toda esporrada na rua.
Rimos da situação e disse para eles:
"Lá vai mais uma puta toda esporrada".
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
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2 comentários:
Caro Sr. Tony,
Como sempre, cumprimento-o com estima e consideração.
Do seu relato, que apreciei, ficou-me todavia uma preocupação e uma angústia, que resolvi partilhar consigo e com o nosso pedaço de carne de estimação, a Isabel:
Onde é que esta sociedade vai parar, quando já as putas se arrogam direitos?...
Estou certo que nem eu nem o sr. gastamos parte da nossa existência a ameaçar mulheres a converter-se ao papel de putas sob ameaça de caçadeira!
Logo, se a puta se converte a essa condição, só tem mais é que aceitar o que a espera... ou então, que fique quieta e não se mata naquilo para que não tem boca ou grêlo!
Decididamente há que pôr esta putaria na ordem e precisamos de ser mais a lidar com esta canalha, nem que seja à força do chicote.
Senão, um destes dias, o meu amigo chama um pedaço de carne a casa para o satisfazer e a puta a seguir à foda, vai tomar banho, pôr amaciador no cabelo e sabe-se lá que mais!
Quanto à nossa Isabel e porque infelizmente tenho um compromisso ao qual não posso faltar, deixo-lhe aqui uma sugestão, para a qual me disponibilizo a colaborar e mais uma rapaziada do Montijo e de Alcochete:
Arranjar um burro ou uma mula e a respectiva carroça; amarrar a puta á parte de trás, onde habitualmente se amarra a grade de discos para sulcar a terra; a toque de chicote, obrigar a puta a deixar-se levar de rojo pelo terreno por cultivar, dando chicote, ora no burro que leva a corroça, ora na mula que vem a arrastar atrás; chegados ao local (terreno de pasto), amarra-se a puta a um poste, fode-se à mesma à vez e em seguida, espaha-se sal grosso em grande quantidade por todo o corpo da puta, friccionando bem nos entrefolhos, o que irá causar um considerável ardor. Em seguida, solta-se um touro nas proximidades da puta; o odor da puta, combinado com o sal espalhado sobre ela, irá despertar os instintos do animal (os bois e touros adoram sal; o animal aproximar-se-á e começará a lamber a puta, comendo-lhe o sal; não tenho dúvidas que a nossa puta Isaabel há-de escorrer leite que nem uma louca quando a língua áspera do animal se introduzir na vagina e em especial, ao tilintar no grêlo. Quando o animal se aperceber do líquido a escorrer pernas abaixo, vai obedecer ao seu instinto e vai-se enterrar na puta. É deixá-lo. Ao fim de dois minutos, há que afastá-lo, de forma a não nos estragar a boneca de trapos: tenho outras coisas pensadas para si Isabel, para outras ocasiões...). Em seguida, deixa-se um bocado de pano de desperdício e de lexívia para a puta se limpar á nossa frente. Quando a limpeza (possível) estiver feita, prendem-se os arreios da carroça à puta e ela transporta o grupo de regresso ao ponto de partida, onde lhe será dada a possibilidade de se vestir e seguir o seu caminho.
Votos de um bom fim de semana, do vosso
J. (j3mlobo)
Concordo plenamente com o que diz o amigo Lobo, putas não tem direitos, são para serem usadas e abusadas até á exaustação dos Homens.
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